domingo, 29 de abril de 2012

Adoração JMJ - Vicariato Suburbano dia 12/05 Sábado as 14:00



VICARIATO SUBURBANO - ATENÇÃO

Todos estão convocados para orar pela JMJ 2013 e pedimos a Intercessão da Bem Aventurada Virgem de Fátima que é no Domingo.
Onde dois ou três estiverem reunidos em Meu nome ali Estarei.
QUE SEJA UM É O QUE EU QUERO MAIS, QUE SEJA UM O VOSSO ESPÍRITO É QUEM AGE E FAZ...

sábado, 28 de abril de 2012

29 de Abril - Santa Catarina de Sena Rogai por nós !


A – SUA VIDA

1) - Nascimento e primeiros anos

Catarina Benincasa nasceu na aldeia de Fontebranda (Sena-Itália), a 25 de Março de 1347. Era filha de Giácomo Benincasa e de Mona Lapa. Este casal teve 25 filhos, sendo a nossa Santa o 23 ou 24 (nasceram duas gémeas). Entre todos os seus irmãos, Catarina, foi a única dos filhos que sua mãe pôde amamentar com o leite materno. Seu pai, que exercia a procissão de tintureiro, embora não fosse rico, gozava dum modesto rendimento, era muito trabalhador e dedicado à família.

Filha duma família cristã, principiou, desde tenra idade, a sentir grande tendência para a vida de piedade. Aos 5 anos, subia as escadas de joelhos, rezando a cada degrau, uma Ave-maria. Aos 6 anos, o Senhor quis mimoseá-Ia com a sua primeira manifestação sensí­vel: Cristo aparece-lhe sentado num trono, revestido com resplandecentes ornamentos pontificais, tendo a cabeça cingida com uma tiara papal, abençoando-a com a mão direita. Aos 7 anos, fez voto de virgindade, e aos 12, segundo o costume do país e da época, apesar de ser muito criança, seus pais pensaram em casá-la, mas recusou energicamente o matrimónio. No entanto, levada pelos falsos conselhos duma irmã, começou por se deixar mundanizar.

Este período parece ter sido curto. Tratava-se apenas de imperfeições de criança; chorou-o arrependida, durante vários anos. Depois, intensificando as suas penitências, fixou-se numa espécie de vida religiosa, fazendo, mais tarde, os três votos religiosos, que viveu intensamente, apesar de sempre ter vivido no mundo. Durante muitio tempo não tomou outro alimento, excepto pão e ervas cruas.

2) - É recebida na Ordem Terceira ou Laicado de S. Domingos

Enquanto pensava na vida religiosa das grandes Ordens, S. Domingos apareceu-lhe e prometeu-lhe, que, mais tarde ia ser recebida na sua grande família espiritual. Na cidade de Sena havia um numeroso grupo de Terceiras dominicanas, as quais, embora usassem o hábito da Ordem, (chamavam-se Mantellate), viviam em suas próprias casas. Aos 16 anos, depois de muitas instâncias, Catarina foi recebida na Ordem Terceira de S. Domingos, indo-se juntar ao grupo das Mantellate.

As aspirações da nossa Santa foram assim realizadas em plena conformidade com o género de vida que já se havia proposto. Doravante, passou a encerrar-se num pequeno quarto, que lhe fora designado, vivendo aí como eremita, unicamente ocupada das coisas de Deus, saindo apenas à igreja e ainda para orar. Empregava a noite e o dia em colóquios divinos para orar o mais tempo possível. Chegou a dormir apenas meia hora em cada noite.

Catarina era estimulada, no meio deste ambiente, por graças sobrenaturais, sendo visitada pelo próprio Cristo, e também pelos conselhos e exortações dos dominicanos.

3) - Sua vida apostólica

Aos 20 anos, o Senhor ordenou-lhe se dedicasse ao apostolado e daí em diante levasse uma vida mais activa, sem afrouxar a sua intensa vida de oração. Desde então multiplica as suas obras de caridade. Socorre os pobres, cuida dos doentes, manifestando, sobretudo, uma acrisolada abnegação durante o tempo em que a peste invadiu a Itália. Exorta os ímpios à emenda de vida, extingue vinganças e ódios, etc., etc.

Depois de ter obtido a perfeição na fé, pede ao Senhor a perfeição na caridade. Desde então, quantos dela se aproximavam, sem excepção de ninguém, notavam que os acontecimentos exteriores, contradições e sofrimentos, de maneira alguma perturbavam a sua alma. Amava a todos, com um coração verdadeiramente maternal.

4) - Seu entranhável amor à Igreja

Uma das principais características que manifestou em sua vida foi o seu amor e fidelidade à Igreja. Naquele tempo, em que a terrível peste corporal assolava por toda a parte e uma outra peste espiritual, não menos deplorável, provocavam uma enorme decadência no seio da Igreja, Catarina sentiu-se impelida a usar de entranhas maternais para com todos e especialmente para com os doentes fisicamente e também a servir-se da sua intervenção diplomática e política a favor do maior bem da Igreja e da paz entre os Estados. Esta grande actividade foi desenvolvida por Santa Catarina, sob a influência do seu confessor, Beato Raimundo de Cápua, O. P., a partir de 1375 ou 1376. O Papa Gregório XI, à semelhança dos seus predecessores, desde 1309, passara a residir, desterrado, na cidade francesa de Avinhão. As questões da Igreja interessavam intensamente a Catarina. Chegou mesmo a pedir uma cruzada ao Papa Gregório XI, que a decretou (1373), e cuja promulgação, em Itália, foi confiada ao Beato Raimundo. Infelizmente, a guerra entre a República de Florença e a Santa Sé, tornaram esta cruzada pacífica impossível. Este Papa tinha tal confiança na nossa Santa, que a fazia muitas vezes falar em pleno consistório dos cardeais.

Foi a Avinhão, junto de Gregório XI, acompanhada de 22 de seus discípulos (homens e mulheres), convencer o velho Papa a voltar para Roma. As suas súplicas e rogos foram ouvidos: Gregório XI abandonou Avinhão dirigindo-se para Roma, a 13 de Setembro de 1377. E isto, apesar das suas repugnâncias pessoais, da agitação política na Itália e da sua avançada idade. Todos estes pretextos foram vencidos, graças às instâncias de Catarina. Desde que regressou a Roma, a sua acção requerida pelo mesmo Papa, como mensageira da paz e do bem da Igreja, continuou a manifestar-se.

Morto este Papa em 19 de Março de 1378, sucede-lhe Urbano VI. Santa Catarina, que já o conhecia, quando era arcebispo de Arenza, principia a contactar com ele que, apesar do seu áspero temperamento e embora se tratasse duma mulher com fama de santidade, solicita a sua ajuda para bem da Igreja.

A 20 de Setembro de 1378, principiava o grande Cisma do Ocidente que ela profetizara. O anti-papa Clemente VII instalava-se em Avinhão. Estes tristes acontecimentos, cujas consequências para a Igreja e para o mundo foram graves, faziam-na sofrer imenso. Trabalhou quanto pôde para evitar o Cisma, mantendo-se sempre fiel ao legítimo Vigário; de Cristo. Doravante Catarina transpôs contra Clemente VII toda a sua mística cruzada, mas nada conseguiu.

5) - Seus fenómenos místicos extraordinários

Os fenómenos místicos tornaram-se cada vez mais maravilhosos na vida da Santa senense: visões, êxtases, comunhão milagrosa, etc.

O seu jejum de 55 dias contínuos, na Quaresma de 1371, durou desde o Domingo da Paixão até à festa da Ascensão. Neste período de tempo, foi-lhe impossível tomar qualquer género de alimento, excepto a Sagrada Eucaristia, mantendo-se sempre alegre e com perfeita saúde. Aprendeu milagrosamente a ler.

Um dia, suplicando ao Senhor para lhe tirar o seu coração, Cristo apareceu-lhe e Catarina sente que Ele lho havia tirado e lho leva; dois dias depois, o Senhor volta, trazendo-lhe um coração vermelho e brilhante.

Aproximando-se dela e abrindo-lhe o peito, diz-lhe: «Minha filha, há dias, tirei-te o teu coração; agora dou-te o Meu, que doravante te vai servir em vez do teu». Ela, que antes costumava dizer: «Senhor, dou-vos o meu coração», desde então passou a dizer: «Meu Deus, dou-vos o Vosso coração».

Em princípios de 1375, quando pregava uma mística cruzada na cidade de Pisa, intensificava-se no seu íntimo uma profunda devoção à Paixão do Senhor e uma viva aspiração pelo martírio. No 4º Domingo; da Quaresma desse ano, dia 1 de Abril, após o seu confessor ter celebrado missa na Igreja de Santa Cristina daquela cidade, e ter-lhe dado a comunhão, a nossa Santa, como de costume, ficou em profundo êxtase. Voltando a si, chamou o Beato Raimundo, e diz-lhe em voz baixa: «Sabei, Padre que pela misericórdia do Senhor Jesus, possuo em meu corpo as suas chagas».

De facto, havia recebido os estigmas dolorosos da Paixão, mas, segundo a sua narração e a seu pedido, ao ser atingida por cinco raios de sangue, que saíam das chagas do Crucificado, suplicou-lhe que não ficassem visíveis em seu corpo, pois bastava que as trouxesse invisivelmente impressas em sua carne. Então os cinco raios de sangue mudaram-se subitamente em cinco raios brilhantes, atingindo-lhe as mãos, os pés, e o lado. Confessou que sentia uma dor intensíssima, permanecendo vários dias como agonizante. Já anteriormente havia recebido uma chaga (também invisível) na mão direita.

Cristo tinha prometido desposá-la na fé. Este matrimónio místico realizou-se na terça-feira de Carnaval, 2 de Março de 1376. O Senhor dirigiu-lhe estas palavras: «Já que por Meu amor renunciaste a todos os prazeres do mundo e só em Mim te queres regozijar, resolvi desposar-te na fé e celebrar solenemente contigo as minhas bodas...».

E colocou um anel de ouro no dedo da sua esposa.

B – MESTRA DE VIDA ESPIRITUAL

Na família dos Benincasa não houve tempo para aprender a ler. Mas Nosso Senhor, que a levava por caminhos extraordinários, ensinou-a, como já ficou dito, a ler e a escrever. Isto teve lugar durante o curto espaço de um êxtase. Afirmou-o uma testemunha do processo de Canonização, a qual diz que Catarina, ao sair do êxtase, redigiu algumas linhas dirigidas a D. Estêvão de Sena: «Saibas, meu querido filho, que esta carta é a primeira que escrevo em toda a minha vida».

O Senhor ia-a dotando de graças extraordinárias que iriam permitir cumprisse perfeitamente a sua missão para bem da Igreja «Corpo Místico de Cristo» cujos sofrimentos a dilaceravam. Para Catarina «a Igreja era o próprio Cristo», a Igreja não tinha a Paz interna e externa.

Assim lho dissera Jesus: «Minha filha bem-amada, dei-te uma vida nova. A minha graça transbordando, para o teu corpo, comunicar-lhe-á um modo de existência extraordinário e obrarás prodígios maravilhosos... A tua linguagem será outra, o teu espírito esclarecido. Viajarás; viverás entre a multidão; alguns enviar-tos-ei a ti outros enviar-te-ei a eles. Levarás o meu nome aos nobres e aos clérigos e aos Pontífices. Governarás o povo cristão a fim de que a tua fraqueza confunda os orgulhosos. Por ti salvarei muitas almas. Não temas nada, eu estou contigo».

Em parte já o vimos quando falámos da paz que estabeleceu entre cidades em guerra, da influência que exerceu para que o Papa deixasse Avinhão e viesse para Roma, sede da Cristandade. «Voltai-vos todos para Roma... É Cristo que o quer! Assim virá a verdadeira paz...».

Santa Catarina pouco escreveu pelo seu próprio punho; não lhe era possível pela maneira extraordinária de escrever.

1) - Cartas

Com efeito ditava as suas numerosas e variadas cartas, simultaneamente a dois ou três secretários. Ditava sem interrupção e sobre assuntos diferentes e a pessoas também diferentes: ao Papa, a Cardeais, a eclesiásticos e a leigos de ambos os sexos. Totalizam mais de 400 (5 volumes), sem investigar e sem que frase alguma seja inútil. Terminava-as com esta fórmula: «Permanecei na santa e doce dilecção de Deus. Doce Jesus, Jesus amor». Através delas foi uma insigne directora de almas a quem os seus dirigidos chamavam a «santa» a «dolcíssima Mamma».

2) - Orações

São em número de 26. Foram pronunciadas por Santa Catarina e escritas pelos seus discípulos. Datam dos últimos anos da sua vida, e, repletas de unção e fervor, revelam a profunda intimidade que alimentava com Deus, Jesus e a Virgem Maria.

3) - O Diálogo

Porém, a obra mais extraordinária é o Diálogo, inteiramente ditado em êxtase e contém o que o eterno Pai se dignou camunicar-lhe nesses momentos.

Foi composto no espaço de 5 dias e calcula-se que tenha levado uma média de 5 horas de ditado cada dia. Começou-o num sábado, 9 de Outubro de 1378, e provavelmente estava terminado no dia 13 desse mês.

Santa Catarina não deu, em rigor; um título à sua obra. Os contemporâneos chamaram-lhe: Tratado da Divina Providência ou Livro da Misericórdia e deram-lhe o subtítulo de: Livro da Doutrina Divina.

O assunto são quatro pedidos que ela dirige a Deus Pai:

1) - Para si: Adquirir o conhecimento da verdade;


2) - Para o mundo: Que Deus fizesse misericórdia ao mundo;


3) - Para a Santa Igreja: a) - Que Deus viesse em auxílio da Igreja; b) - Que a sua Providência se estenda a todas as coisas;

Com o andar dos tempos o Diálogo teve numerosíssimas edições e traduções, mesmo em português, assim como as Orações e as Cartas, pelo menos em parte.

A sua doutrina não foi adquirida, mas infusa; ela foi mais mestra do que discípula.

C – SANTA MORTE

Morreu em Roma, em 1380, a 29 de Abril, estando presentes a sua mãe, e muitos dos seus discípulos, homens e mulheres. Foi sepultada na Igreja de Santa Maria da Minerva. O Papa Pio II, a 29 de Junho de 1461, elevou-a às honras dos altares e Paulo VI, a 4 de Outubro de 1970, proclamou-a «Doutora da Igreja», que iluminou e ilumina com sua vida santa e sua doutrina toda do céu. No ano 2000 o Papa João Paulo II proclamou Santa Catarina de Sena co-padroeira da Europa juntamente com Santa Teresa Benedita da Cruz e Santa Brígida da Suécia.

«Jamais homem algum falou assim; - diziam os Cardeais – não é uma mulher que fala; é o Espírito Santo que fala pela sua boca».

No cumprimento da missão que Deus lhe confiara, - disse o P. Monléon, O. P. - manifestou-se «como redentora do Pontificado e defensora da Igreja; pacificadora de povos, e unificadora de antagonismos; promotora de cruzadas e condutora de multidões; directora de almas e mestra de santidade; restauradora da moral pública, da justiça social e da piedade familiar; doutora do estudo teológico, da vida mística, do gosto literário e do renascimento das artes...».


segunda-feira, 23 de abril de 2012

50 Anos de início do Concílio Vaticano II











Nesta segunda-feira, 23 de abril, a partir das 18 horas, no plenário da Assembleia Geral dos bispos do Brasil que se realiza em Aparecida (SP), será realizada uma sessão solene para homenagear o jubileu dos inícios dos trabalhos conciliares do Vaticano II.

Uma comissão especialmente designada pela CNBB e presidida pelo Cardeal Arcebispo de São Paulo (SP), dom Odilo Pedro Scherer, preparou a cerimônia que será aberta aos profissionais da imprensa que cobrem o evento.

O Concílio do Vaticano II é considerado o mais importante fato da história recente da Igreja e os bispos brasileiros participaram ativamente dos trabalhos, tanto que as assembleias gerais da CNBB de 1964 e 1965 foram realizadas em Roma por esta mesma razão.

Levantamento feito no início deste ano de 2012 pelo professor Fernando Altemeyer Junior, do departamento de Teologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, oferece dados importantes para se contemplar a participação no Concílio.

São 179 bispos do mundo inteiro que estão vivos e participaram do Concílio, entre eles 10 são brasileiros, sendo que um deles deixou o ministério episcopal. São 9 bispos, portanto, que estiveram ao menos em uma das quatro sessões conciliares:

1. Dom Armando Círio, OSI, arcebispo emérito de Cascavel-PR, nascido em 30/4/1916, atualmente com 95 anos de idade, participou da 1ª. e da 3ª. sessões do Vaticano II.

2. Dom Jaime Luiz Coelho, arcebispo emérito de Maringá-PR, nascido em 26/7/1916, atualmente com 95 anos de idade, participou de todas as quatro sessões 1ª, 2ª, 3ª e 4ª do Vaticano II.

3. Dom Servílio Conti, imc, prelado emérito de Roraima-RR, nascido em 19/10/1916, atualmente com 95 anos de idade, participou da 4ª. sessão do Vaticano II.

4. Dom José Maria Pires, arcebispo emérito da Paraíba-PB, nascido em 15/03/1919, atualmente com 92 anos de idade, participou da 1ª., 2ª., 3ª, e da 4ª. sessões do Vaticano II.

5. Dom Eugenio de Araújo Sales, cardeal arcebispo emérito do Rio de Janeiro-RJ, nascido em 08/11/1920, atualmente com 91 de idade, participou da 1ª., 2ª., 3ª, e da 4ª. sessões do Vaticano II.

6. Dom Waldyr Calheiros Novaes, bispo emérito de Barra do Piraí-Volta Redonda-RJ, nascido em 29/7/1923, atualmente com 88 de idade, participou da 3ª. e da 4ª. sessões do Vaticano II.

7. Dom Serafim Fernandes de Araújo, cardeal arcebispo emérito de Belo Horizonte-MG, nascido em 13/08/1924, atualmente com 87 anos de idade, participou da 1ª., 2ª., e da 4ª. sessões do Vaticano II.

8. Dom José Mauro Ramalho Alarcón Santiago, bispo emérito de Iguatu-CE, nascido em 14/05/1925, atualmente com 86 anos de idade, participou da 1ª., 2ª., 3ª. e da 4ª. sessões do Vaticano II.

9. Dom Antonio Ribeiro de Oliveira, arcebispo emérito de Goiânia-GO, nascido em 10/06/1926, atualmente com 85 anos de idade, participou da 4ª. sessão do Vaticano II.

Segundo a pesquisa do professor Altemeyer, atualmente, ou seja, na primeira metade do mês de janeiro de 2012, há 5207 bispos católicos vivos e atuantes em todo o planeta e dentre eles estão aqueles que participaram do Concílio Vaticano II, ocorrido entre 1962 a 1965 em Roma, na Itália.

A primeira sessão se deu entre 11/10/1962 até 8/12/1962: presença de 2448 padres conciliares. Estão vivos 46 bispos presentes nesta sessão, espalhados pelo mundo inteiro.

A segunda sessão foi celebrada de 29/09/1963 até 04/12/1963 com a presença de 2488 padres e destes estão vivos 55 padres.

A terceira sessão transcorreu de 14/9/1964 até 21/11/1964 com a presença de 2468 padres e destes estão vivos 67 padres conciliares.

A quarta sessão ocorreu de 14/09/1965 até 08/12/1965, com a presença de 2625 padres, e destes estão vivos 78 bispos e abades que participaram da última sessão conciliar.

Fonte: Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro

23 de Abril - Dia de São Jorge ! Rogai por nós !



Fonte : Seminarista Carlos Vinícius de Oliveira Alves Augusto

domingo, 22 de abril de 2012

A Festa da Fé - Prepararem BEM as crianças !

Permalink: http://www.zenit.org/article-30140?l=portuguese

A Primeira Comunhão é a "Festa da fé"


Bento XVI exorta os sacerdotes, catequistas e famílias a "prepararem bem" as crianças para o sacramento


Lucas Marcolivio

CIDADE 'DO VATICANO, domingo, 22 de abril, 2012 (ZENIT.org) - No terceiro domingo da Páscoa, no Regina Caeli, o Papa Bento XVI deu uma breve catequese sobre a realidade de Jesus ressuscitado e verdadeiramente presente entre os homens.

Referindo-se ao Evangelho do dia, em que os discípulos, primeiramente confundem o Ressuscitado com um fantasma (cf. Lc 24,36), o Papa citou Romano Guardini, que definiu a ressurreição como uma realidade "não compreensível", mas ao mesmo tempo real enquanto "corpórea”. "O Senhor mudou", escreveu o teólogo ítalo-alemão.

Em face de uma ressurreição que não apagou as marcas da crucificação, Jesus está vivo e encarnado, ao ponto de comer normalmente o peixe assado oferecido a ele (cf. Lc 24,42-43). O peixe assado, de acordo com São Gregório Magno, não é nada mais que o símbolo ardente da "paixão de Jesus, Mediador entre Deus e os homens".

São esses "sinais muito realistas", que ajudam os discípulos a superarem a "dúvida inicial" sobre a Ressurreição, assim, finalmente, compreendem as profecias do Antigo Testamento (cf. Lc 24,44).

Cristo está presente entre nós, também na Eucaristia, como foi testemunhado pelos discípulos de Emaús que o reconhecem "no partir do pão" (cf. Lc 24:35). Como afirma São Tomás de Aquino, citado pelo Papa, "deve ser reconhecido de acordo com a fé católica, que Cristo está presente neste Sacramento ... porque a divindade nunca deixou o corpo que assumiu”.
Pouco antes da oração mariana, Bento XVI exortou os párocos, pais e catequistas a "prepararem bem" os filhos para o sacramento da Primeira Comunhão, que geralmente é realizada durante a época da Páscoa.

A Primeira Comunhão é, de fato, uma "festa da fé “que deve ser preparada “com grande fervor, mas também com sobriedade”. Trata-se de um dia que "permanece na memória como o primeiro momento em que... você entende a importância do encontro pessoal com Jesus (Sacramentum Caritatis, 19)”.

Após o Regina Caeli, o Santo Padre recordou o dia da Universidade do Sagrado Coração, que é comemorado hoje, e cujo tema é o futuro do país no coração da juventude. "É importante que os jovens sejam formados nos valores, bem como no conhecimento científico e técnico - disse o Papa -. Por isso o padre Gemelli fundou a Universidade Católica, a qual espero estar a par com os tempos, mas sempre fiel às suas origens”.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

1 Ano Missão - Toca de Assis (Cosme Velho) - 11/04/2012











Missa presidida por Dom Orani João Tempesta, Padre Diegues (Paróquia São Judas Tadeu) e Padre Manuel Maria (Toca de Assis). Momento de grandes lembranças e de pessoas que são inesquecíveis além dos mais necessitados que estarão comigo sempre em meu coração, em breve na Primeira Eucaristia. Casa Santônio seja a cada dia abençoada, e todos os anjos e santos intercedam por nossos religiosos, leigos, voluntários, benfeitores e acolhidos, Amém !

Convocação - 12 de Maio 14:00 - Paróquia S.Tiago em Inhaúma

05 de Maio Missa D.Orani - Santuário Penha 08:00

Aniversário de nosso Sumo Pontífice Papa Bento XVI


Parabéns nosso Pastor Bento XVI, o mundo lhes sauda por ser a Ponte que nos liga a Deus !
Aguardamos anciosos pela JMJ 2013 ao Rio de Janeiro.
Deus o abençoe e lhe guarde ! Nossa Senhora Aparecida intercedei por Sua Santidade !




domingo, 15 de abril de 2012

Festa da Divina Misericórdia - 15/04



FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA


http://youtu.be/zAbS0-mgyqQ

O QUE É A FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA?
COMO REZAR O TERÇO DA DIVINA MISERICÓRDIA?


A Festa da Divina Misericórdia, que ocorre no primeiro domingo depois da Páscoa, foi estabelecida oficialmente como festa universal pelo Papa João Paulo II: “Por todo o mundo, o segundo Domingo da Páscoa irá receber o nome de Domingo da Divina Misericórdia, um convite perene para os cristãos do mundo enfrentarem, com confiança na divina benevolência, as dificuldades e desafios que a humanidade irá experimentar nos anos que virão" (Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Decreto de 23 de Maio de 2000 ) .

Esta festa encontra suas origens em Santa Maria Faustina Kowalska, uma freira polonesa que na década de 30 obteve de Jesus revelações acerca da instituição dessa festividade no seio da Igreja, bem como profecias e manifestações que o próprio Cristo mandou que as escrevesse e retransmitisse à humanidade. Jesus mesmo mandou que fosse pintado um quadro conforme as visões que ela tinha (veja imagem acima).

Foi também Jesus quem pediu a instituição da FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA a Santa Faustina. Ele se refere a ela 14 vezes, expressando o imenso desejo do Seu Coração Misericordioso de distribuir, neste dia, as Suas graças infinitas aos mais fracos e pecadores.

Costuma-se ainda rezar diariamente, no mundo todo, o terço da Divina Misericórdia, sempre às 15:00 horas, conforme também foi ensinado por Jesus.

Como rezar o terço da Divina Misericórdia?
Ele é rezado da seguinte forma:

NAS CONTAS INICIAIS DO TERÇO:
1 Pai Nosso
1 Ave Maria
1 Creio em Deus Pai

NAS DEMAIS CONTAS DO TERÇO

Nas contas grandes do terço: Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso Diletissimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro.

Nas contas pequenas do terço: Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

No final dizer tres vezes: DEUS SANTO, DEUS FORTE, DEUS IMORTAL: TENDE PIEDADE DE NÓS E DO MUNDO INTEIRO!





segunda-feira, 9 de abril de 2012

Vigília dia 10/04 noite ! Pelo direito a VIDA - Sejamos uma UNIDADE neste momento !

 Rezando pela vida - Todos no dia  10/04 a noite - procure uma paróquia - divulgue !
(Se possível, esta hora-santa seja feita com a exposição do Santíssimo)

Irmãos e irmãs, neste tempo em que, de modo mais intenso, celebramos a vitória da vida sobre a morte, somos convidados a colocar diante do Senhor Ressuscitado nossas angústias e esperanças em relação à vida e, de modo especial à vida ameaçada em nosso país. Como discípulos missionários, elevemos nossos corações em prece. Juntos, cantemos.
1.         Canto inicial:
Cristo venceu! Aleluia! Ressuscitou! Aleluia!
O Pai lhe deu glória e poder. Eis nosso canto! Aleluia!
1.              Este é o dia em que o amor venceu. Brilhante luz iluminou as trevas. Nós fomos salvos para sempre.
2.              Suave aurora veio anunciando que nova era foi inaugurada. Nós fomos salvos para sempre.
3.              No coração de todo homem nasce a esperança de um novo tempo. Nós fomos salvos para sempre.

2.    Saudação:
P.       Irmãos e irmãs, com alegria celebramos a Ressurreição do Senhor Jesus.
T.       Jesus venceu a morte. O amor fez a vida triunfar.
P.       Celebrar a Ressurreição implica anunciar a Ressurreição, proclamando-a por palavras e gestos.
T.       Crer, proclamar e atuar. Não podemos nos esquecer!
P.       Ao mesmo tempo em que celebramos as alegrias pascais, tornamo-nos angustiados diante da possibilidade de ver a destruição da vida dar mais um passo em nosso país.
T.       Somos uma pátria da Fé! Somos um povo que ama e defende a vida!
P.       Oremos, irmãos e irmãs, para que o Senhor Ressuscitado fortaleça em nós o amor e o compromisso pela vida.
Momento de silêncio para a oração pessoal.
P.       Ó Deus, que nos concedestes a salvação pascal, acompanhais o vosso povo com vossos dons celestes, para que, tendo conseguido a verdadeira liberdade, possa um dia alegrar-se no céu, como exulta agora na terra. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

3.         Esta é a Páscoa do Senhor(Do Sl. 117)
Ref.: Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!

Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! 
“Eterna é a sua misericórdia!” 
A casa de Israel agora o diga: 
“Eterna é a sua misericórdia!” 

A mão direita do Senhor fez maravilhas, 
a mão direita do Senhor me levantou. 
Não morrerei, mas, ao contrário, viverei 
para cantar as grandes obras do Senhor! 

A pedra que os pedreiros rejeitaram 
tornou-se agora a pedra angular. 
Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: 
que maravilhas ele fez a nossos olhos


4.       Por que estamos rezando?
L.       Rezamos porque fomos criados para rezar, para reconhecer a grandeza, o amor e a misericórdia de Deus.
T.       Rezamos porque confiamos n'Aquele que é a origem de toda força em meio às dificuldades.
L.       De modo especial, queremos apresentar ao Senhor da Vida a preocupação pelo julgamento que, amanhã, o Supremo Tribunal Federal realizará a respeito da descriminalização do aborto de anencéfalos, isto é, naqueles casos em que o feto tem má formação no cérebro.
T.       Como é triste ver a vida ameaçada!
L.       Infelizmente, quando defendemos a vida, em especial nos casos do aborto em geral e de anencéfalos, bem como em tantas outras situações, somos acusados de conservadorismo, obscurantismo e imposição das crenças religiosas sobre assuntos científicos.
T.       Somos conservadores na medida em que desejamos conservar a vida! Rejeitamos a destruição da vida em nome do progresso! Não há progresso quando a vida é destruída!
L.       Se promover e defender a vida significa ser ignorante,obscurantista, não tememos ser assim chamados. Nossa consciência nos diz que não estamos ignorando a vida.
T.       Ao defender a vida, não estamos defendendo apenas nossa religião, pois a vida é um valor universal.


5.       A fidelidade do discípulo (Do Sl. 15)
Ref.: Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!

Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!
Digo ao Senhor: somente vós sois meu Senhor.
Ó Senhor, sois minha herança e minha taça,
meu destino está seguro em vossas mãos!

Eu bendigo o Senhor, que me aconselha
e até de noite me adverte o coração.
Tenho sempre o Senhor ante meus olhos,
pois, se o tenho a meu lado, não vacilo.

Eis por que meu coração está em festa,
minha alma rejubila de alegria
e até meu corpo no repouso está tranqüilo;
pois não haveis de me deixar entregue à morte
nem vosso amigo conhecer a corrupção.

Vós me ensinais vosso caminho para a vida;
junto a vós, felicidade sem limites,
delícia eterna e alegria ao vosso lado!


6.       O que deverá ser votado?
L.       A votação a acontecer nesta quarta-feira no Supremo Tribunal Federal tem por objetivo legalizar o aborto de fetos com meroanencefalia, isto é, com parte do encéfalo. Em geral, utilizamos a expressão anencefálicos, que quer dizer sem todo o encéfalo.
L.       A questão não está em medir a quantidade de encéfalo presente em um feto, mas na dignidade da vida humana em gestação, independentemente de qualquer outro fator.
T.       Quando a vida não é respeitada todos os outros direitos são menosprezados.
L.       Uma sociedade livre, justa e solidária [1] não se constrói com violência contra doentes e indefesos. As pretensões de desqualificação da pessoa humana ferem sua dignidade intrínseca e inviolável.
L.       A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. Há uma enorme diferença ética, moral e espiritual entre a morte natural e a morte provocada.
T.       Aplica-se aqui, o mandamento: “Não matarás” (Ex 20,13).
L.       Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito.
L.       Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções.
T.       O aborto é pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso.
L.       A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede, que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade.


7.       Nosso compromisso com Jesus Cristo e com a Vida em plenitude:
Eu vim para que todos tenham vida, que todos tenham vida plenamente.
1)            Eu passei fazendo o bem. Eu curei todos os males. Hoje és minha presença junto a todo sofredor. Onde sofre o teu irmão, eu estou presente nele.
2)            Entreguei a minha vida pela salvação de todos. Reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes. Onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele.
3)            Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido. Busca, salva e reconduze a quem perdeu toda a esperança. Onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele.


8.       Uma nação de muitos; uma nação de irmãos!
L.     O Brasil é uma grande nação, grande em seu território, grande em sua história, grande em seu povo!
T.     O Brasil não pode ser grande, porém, nas ameaças à vida.
L.     Cada vida ameaçada e destruída torna-se convocação às pessoas e às instituições brasileiras para que defendam a vida.
T.     Como não nos preocupar com nosso país quando nos deparamos com uma realidade como esta que nos coloca em oração?
L.     Não seria o caso de o Brasil se preocupar com a preservação dos mais frágeis, investindo todas as suas forças em saúde, alimentação, moradia, educação, segurança, trabalho, família e tudo mais que compõe o necessário para que a vida exista e se fortaleça? Por que não debater as reformas de que nosso país efetivamente necessita? Será que é mais fácil conversar sobre a morte de inocentes?
T.     O que leva a desejar destruir vidas tão frágeis? Será que nós, brasileiros, estamos sem coragem para assumir que a vida é realmente frágil?
L.     O que está acontecendo com o brasileiro carinhoso, fraterno, solidário, sempre pronto a abrir suas portas para quem necessita?
T      O que está acontecendo com nosso país e com nossa gente?


9.       Que o Senhor nos ilumine! (do Sl. 117)
Ref.: A pedra que os pedreiros rejeitaram tornou-se a pedra angular.

Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!
“Eterna é a sua misericórdia!”
A casa de Israel agora o diga:
“Eterna é a sua misericórdia!”
Os que temem o Senhor agora o digam:
“Eterna é a sua misericórdia!”

“A pedra que os pedreiros rejeitaram
tornou-se agora a pedra angular.
Ó Senhor, dai-nos a vossa salvação;
Bendito seja, em nome do Senhor,
aquele que em seus átrios vai entrando!
Que o Senhor e nosso Deus nos ilumine!


10.    Aclamando a vida que vence a morte
Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Vós, povos todos da terra,
Aleluia! Aleluia!
Vinde, cantai ao Senhor!

Vinde! Louvai nosso Deus

que seu amor é sem fim!

Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Frente à loucura dos homens,

vive a loucura do amor

Vem nos doar em pessoa

a vida plena que é Sua

Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia!




11.    A Boa Nova da Vida (Mc 16,1-7)
P.         O Senhor esteja convosco.

T.         Ele está no meio de nós.

P.         Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
T.         Glória a vós, Senhor.
P.         16 1 Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram aromas para ungir Jesus. 2 E no primeiro dia da semana, foram muito cedo ao sepulcro, mal o sol havia despontado. 3 E diziam entre si: "Quem nos há de remover a pedra da entrada do sepulcro?" 4 Levantando os olhos, elas viram removida a pedra, que era muito grande. 5 Entrando no sepulcro, viram, sentado do lado direito, um jovem, vestido de roupas brancas, e assustaram-se. 6 Ele lhes falou: "Não tenhais medo. Buscais Jesus de Nazaré, que foi crucificado. Ele ressuscitou, já não está aqui. Eis o lugar onde o depositaram. 7 Mas ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele vos precede na Galiléia. Lá o vereis como vos disse". Palavra da Salvação.
T.         Glória a vós, Senhor.


12.    A Resurreição em nossos corações
Ref.: Ressuscitou, ressuscitou, ressuscitou! Aleluia! Aleluia, aleluia, aleluia! Ressuscitou!
1. Ó morte, onde estás, ó morte? Quem és tu ó morte? Qual a tua vitória?
2. Alegria, irmãos alegria, nós hoje cantamos, o Senhor ressurgiu!
3. Com Cristo, nós ressuscitamos, juntos proclamamos: o Senhor nos salvou!

(Se oportuno, quem preside a oração dirige algumas palavras à assembléia)


13.    O Povo de Deus em prece
P.     Neste tempo em que as alegrias da Ressurreição se vêem atingidas pelas trevas da ameaça à vida, elevemos nossas preces ao Pai que, no Espírito, ressuscitou seu Filho Jesus e juntos digamos:
T.     Socorrei-nos, ó Deus da Vida!
1)          Para que as celebrações pascais renovem em todos os cristãos a certeza de que não há outro caminho a não ser o que defende e promove a vida, rezemos ao Senhor.
2)          Para que, fortalecidos pela Ressurreição do Senhor, os cristãos a testemunhem, irradiando o profundo e irrenunciável amor pela vida, rezemos ao Senhor.
3)          Para que o amor pela vida se traduza em gestos concretos todas as vezes em que a vida vier a ser ameaçada, rezemos ao Senhor.
4)          Para que as instituições de nosso país, especialmente as que existem para defender os brasileiros, se empenhem, cada vez mais, na defesa da vida em todas as suas instâncias, com destaque para a vida fragilizada e ameaçada, rezemos ao Senhor.
Outras preces.
P.         Nossas preces concluamos implorando, com toda a Igreja, a intercessão da Virgem Maria em favor da Vida:
T.         Ó Maria, aurora do mundo novo, Mãe dos viventes, nós vos confiamos a causa da vida: olhai, Mãe, para o número sem fim de crianças a quem é impedido nascer, de pobres para quem se torna difícil viver, de homens e mulheres vítimas de desumana violência, de idosos e doentes assassinados pela indiferença ou por uma presumida compaixão. Fazei com que todos aqueles que crêem no vosso Filho saibam anunciar com desassombro e amor aos homens do nosso tempo o Evangelho da vida. Alcançai-lhes a graça de o acolher como um dom sempre novo, a alegria de o celebrar com gratidão em toda a sua existência, e a coragem para o testemunhar com laboriosa tenacidade, para construírem, juntamente com todos os homens de boa vontade, a civilização da verdade e do amor, para louvor e glória de Deus Criador e amante da vida. Amém.


Estando presente um sacerdote ou um diácono, procede-se à Bênção do Santíssimo. Caso contrário, passa-se ao número 15


14.    Bênção do Santíssimo
Tão sublime sacramento adoremos neste altar,
pois o Antigo Testamento deu ao Novo seu lugar.
Venha a Fé por suplemento os sentidos completar.

Ao eterno Pai cantemos, a Jesus, o salvador,
ao Espírito exaltemos, na Trindade o eterno amor.
Ao Deus Uno e Trino demos a alegria do louvor. Amém!

P.                     Do céu lhes destes o Pão! Aleluia!
T.                     Que contem todo sabor! Aleluia!

P.                     Oremos. Senhor Jesus Cristo, que neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial da vossa paixão, concedei-nos tal veneração pelos sagrados mistérios do vosso corpo e do vosso sangue, que experimentemos sempre em nós sua eficácia redentora. Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
T.                     Amém.

Bendito seja Deus
Bendito seja seu Santo Nome
Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem
Bendito seja o Nome de Jesus.
Bendito seja o seu sacratíssimo Coração.
Bendito seja o seu preciosíssimo Sangue.
Bendito seja Jesus, no Santíssimo Sacramento do Altar!
Bendito seja o Espírito Santo Paráclito!
Bendita seja a grande Mãe de Deus, Maria Santíssima!
Bendita seja sua Santa Imaculada Conceição!
Bendita seja sua gloriosa Assunção!
Bendito seja o Nome de Maria Virgem e Mãe.
Bendito seja S. José seu castíssimo esposo.
Bendito seja Deus, nos seus Anjos e nos seus Santos.

Deus e Senhor nosso, protegei a vossa Igreja, dai-lhe santos pastores e dignos Ministros. Derramai as vossas bênçãos sobre o nosso Santo Padre o Papa, sobre nosso Arcebispo com seus Bispos Auxiliares e Eméritos, sobre o nosso Pároco, sobre todo o Clero, sobre o chefe da nação e do Estado e sobre todas as pessoas constituídas em dignidade, para que governem com justiça. Dai ao povo brasileiro paz constante e prosperidade completa. Favorecei com os efeitos contínuos da vossa bondade, o Brasil, este Arcebispado, a Paróquia em que habitamos, a cada um de nós em particular e a todas as pessoas por quem somos obrigados a orar ou que se recomendaram às nossas orações. Tende misericórdia das almas dos fiéis que padecem no purgatório. Dai-lhes, Senhor, o descanso e a luz eterna. Amém.

Pai-nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

15.    Caminhando na Esperança!
P.       Irmãos e irmãs, permaneçamos“alegres na esperança, fortes na tribulação, perseverantes na oração. (Romanos 12,12)
T.       Sim! A esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. (Romanos 5,5)
P.       Bendigamos ao Senhor.
T.       Demos graças a Deus.


Fonte : Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro

[1] Art. 3°, I, da Constituição Federal